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junho 14, 2010

Mudança para www.tataboxx.blogspot.com !

Tiras e outras piras do estilo.

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:D

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Festas que você sente muito por ter perdido (ou não)

abril 10, 2010

Uma festa, segundo a wikipedia, é uma reunião de pessoas que foram convidadas por um anfitrião com o intuito de socialização, conversação e recreação. Uma festa tipicamente apresenta comida e bebida, e frequentemente música acompanhada de dança. Pode ser em homenagem à alguém, um dia ou evento, sendo chamadas de celebrações.

Após o blog Sorry I Missed Your Party, tudo nessa definição é incerta. O site se resume em fotos de festas do Flickr de pessoas desconhecidas, que comprovam mais uma vez que câmeras digitais somados a internet resultam numa fonte maravilhosa de entretenimento e humilhação.

As fotos apresentadas no site vão de festas que de fato você gostaria de ter participado a imagens literais de “festa estranha com gente esquisita”.

Gatas e Bebida

Depois de certa análise, você começa a entender todo o mecanismo das celebrações. Geralmente a fórmula infalível para festas e consequentemente fotos memoráveis – memoráveis aqui num bom ou mal sentido – é a velha união de pessoas entediadas mais bebida, que transforma qualquer começo de noite disso…

Antes da Bebida

…para isso.

Depois

Mas é melhor não exagerar, ou você pode acabar desmaiado num sofá com uma drag queen e uma boneca inflável, nunca se sabe.

Enquanto você dorme...

Ah, enquanto você dorme...


continuar o post…

A Fire out of Control – Franz Ferdinand no Via Funchal 2010

março 26, 2010

Depois de sofrer por não ir no Circo Voador em 2005 e no show da The Week ano passado, eis que o sonho que tenho desde os meus 13 anos de idade se realiza: ir num show fantástico do Franz Ferdinand. Assim que soube das datas da tour aqui no Brasil comprei meu ingresso para ir em São Paulo, cinco meses antes da data que chegou surpreendentemente rápido.

Franz Ferdinand São Paulo 2010

Iép, foi épico assim.

Era oito da noite do dia 23 de Março, e após esperar na fila desde da uma da tarde estava colocando os pés dentro da Via Funchal e correndo pela minha vida para pegar o lugar mais próximo possível do palco. Antes parei no bar para comprar água, e fui extremamente atrasada pela lerdice dos atendentes de lá. Pelo amor de Deus, era uma situação de vida ou morte galera, não dava pra deixar pra contar tickets e ensinar outros atendentes o tanto de água que se põe em um copo ANTES da abertura dos portões? Ainda assim, devido à alguns espaços que foram surgindo e delicados jogos de corpo (delicados, diferente de certas pessoas lá), no meio do show de abertura (bem fraquinho por sinal) eu e minha amiga já estavamos oficialmente na grade. Deslocadas para a esquerda, logo após aonde o Bob fica, mas ainda assim grudadas na gloriosa grade.

O show começou com sua música de introdução de suspense, enquanto um a um os rostos que conhecia há tanto tempo só por fotos e vídeos foram aparecendo totalmente tridimensionais. É uma das melhores partes de shows, ver pela primeira vez aquele seu artista querido todo em 3D, live in high definition. Dá um nó no cérebro, pela primeira vez você comprova que eles não são apenas produtos de sua imaginação, todos sempre parecendo tão mais belos pessoalmente. Alex Kapranos em especial durante a noite provou que é uma unanimidade em termos de espetáculo de homem fazendo um espetáculo de show. Mesmo doente, como comentou no show e em seu twitter, arrasou na simpatia e se esforçou o máximo para devolver à platéia o seu ânimo enorme.

Aqui a set list completa do show.

O show com 5 mil e 800 pessoas na platéia começou com Bite Hard, a qual fiquei feliz de ouvir já que gosto muito mas não a tocaram em Brasília. Depois seguiu-se um combo de hits insano, onde o público não parou de cantar e pular em um momento sequer. Can’t Stop Feeling foi ótima, ainda mais seguida de Do You Want To. Por Deus, This Fire durou nada menos que 10 minutos, coisa de outro mundo (video or it didn’t happened). Cantaram o lado B Shopping for Blood, surpresa agradável da noite, e então simplesmente pirei com os sintetizadores intensos de Ulysses. Estava bem na frente da caixa de som, ouvindo claramente a voz idêntica a dos CDs do Alex e cada acorde que ao vivo ficavam mais dramáticos ainda. A banda consegue soar melhor ainda ao vivo, se isso é possível.

Após Ulysses os escoceses emendaram Outsiders, que como de praxe foi seguido do glorioso momento em que os quatro tocam uma única bateria juntos. Curti muito e aproveitei para poupar a voz, estava aos cacos, não sei o que seria se não fosse o garoto ao meu lado que me ofereceu um gole da água que Bob havia jogado na platéia.

Como gritado aos 1:18 – Fuckin’good!

A banda saiu para a pausa antes do Bis, e eu estava esgotada. Comi uma bolachinha que havia na bolsa, preocupada em não desmaiar, quase não conseguindo engolir. Tive a impressão que o público tentava gritar o nome da banda, mas não conseguia de cansaço resultante do calor. Eu sei que eu não conseguia, por mais que tentasse.

Retirada a bateria e feito o nhé nhé nhé da pausa pro bis, os rapazes voltaram e tocaram All My Friends, cover do LCD SoundSystem, para logo após vir Michael seguido de Darts of Pleasure. Joguei todo o restante de minha energia aí, fazendo questão de cantar todo o refrão de Michael e berrar o “Ich heisse super fantastische!” a plenos pulmões. Em 40th feet mal conseguia cantarolar o “lalalala”. Tentava, tentava mas não saía. Isso considerando que passei todo o show na relativamente confortável e bem ventilada grade, imagina a galera no calor do auê lá no meio. Lucid Dreams veio energética com direito a Nick e Alex tocando em cima dos amplificadores, e eu sabia que era o final. Uma tristeza me bateu enquanto a bandeira do Brasil passava no telão atrás e cada membro da banda se despedia e retirava, para voltarem todos juntos e agradecerem o público de mãos dadas. Por final peguei na mão do Nick enquanto ele passava se despedindo pela última vez da galera, todas as baquetas e palhetas voando longe de onde eu estava.

Fantástico.

Franz Ferdinand é uma banda que aparentemente só tem hits. Todas as músicas foram recebidas com ânimo e cantadas fortemente por todos. A banda tem uma presença incrível. Ria muito e quase morria com as dancinhas e poses do Alex Kapranos, se o homem doente se apresentava daquele jeito imagina saudável. O Nick valeu pela passada insana fazendo o Duck Walk na nossa frente, e batendo com a baqueta no ventilador após a parte da bateria de Outsiders.

Alex-Kapranos-São-Paulo

Sou foda, beijos. (Alex Kapranos)

Só tenho a reclamar das coisas de sempre de shows, da cortação de fila descarada do grupo de pessoas na frente do Via Funchal, o calor infernal que fez diversas pessoas desmaiarem, e o que sempre me irrita no fundo do âmago do meu ser: qual seria o grande drama das casas de show começarem a vender garrafinhas de água invés de copos abertos? Copos abertos = pessoas sem água = pessoas desmaiando, e não copinhos abertos = a mais vendas. Se for por questão de segurança ou sei lá, não entendo de qualquer jeito.

Resumindo toda a experiência, como já dito em outros lugares, show do Franz é show do Franz: não tem como ser médio, ruim – é sempre bom. Bem que poderia ter umas duas vezes no ano, que eu ia com certeza. Faltou conhecê-los só, falar um “Thank you for your music”, eles são tão simpáticos e conversam tanto com os fãs. Quem sabe da próxima eu planeje alguma tentativa de “tietagem” básica.

E agora tenho que lidar com minha depressão pós-show e viver minha vidinha sem graça enquanto eles não voltam e não aparece nenhum outro bom show por aí.

Beijos e fiquem bem, qualquer coisa estarei ouvindo Katherine Kiss Me em posição fetal na cama.

Fotos lindas por Stephan Solon.

Objetos de Desejo – Alex Lambert

março 21, 2010

Para dar uma animada, nada como uma olhadinha geral nos rapazes e homens que fazem eu pensar que há uma luz nesse universo de machos descerebrados. O nome não me agrada muito, mas é essa a essência básica da coisa: não precisa necessariamente ser bonito, mas por alguma razão deve me despertar o desejo primitivo de dizer um PEGA EU PLEASE em alto e bom som.

Inauguro com o moço de 19 anos Alex Lambert, ex-participante da 9ª temporada do programa de talentos American Idol, nascido em Fort Worth – Texas, EUA, que fez o teste para o programa por insistência de sua mãe que falou que lhe tiraria o telefone se dessa vez ele não tentasse. Obrigada mãe do Alex.

Alex Lambert

Resumindo bastante sua passagem pelo programa, Alex foi bem em suas audições, foi mediano e muito nervoso em sua primeira apresentação ao vivo, e melhorou bastante nas duas últimas performances tocando seu violão de boa. Tudo bem tranquilo até ser, pasme, brutalmente cortado do programa bem na noite que definia o Top 12 contestants do programa, algo bem significativo. Mas antes de falar sobre essa atrocidade, deixe-me explicar exato o por que de gostar tanto dessa pessoa injustiçada.

Ele é uma graça. Em tudo. É tímido, tem “stage fright”, tranquilo, com influências musicais dos Beatles, Jim Morrisson, Zeppelin, James Taylor e John Mayer. Morre de nervosismo em cima do palco, agradece impulsivamente os jurados quando lhe fazem um elogio, fica desolado porém presta atenção quando lhe criticam. Não tem nenhum senso de ritmo ao fazer as ridículas dancinhas na apresentação em grupo, quase morria de alívio toda vez que passava em frente nas noites de corte, fazendo até uma vez a emissora ter que cortar o aúdio da transmissão por ele deixar sair alguns palavrões no meio de sua comemoração.

Não tem idéia alguma de como se portar ou olhar para as câmeras. Inventou uma língua própria quando estava na sexta série, a qual usa até hoje para compor músicas, e partilhou isso na entrevista antes de uma apresentação – ah, estranhices adoráveis que fariam você apanhar se contasse isso na escola. Mas não, nem tocariam nele, já que além disso ele joga futebol americano pelo colégio, e resumindo tudo indica que ele é aquele bom moço que todo mundo acha gente boa pra caramba.

A Ellen resumiu bem uma vez falando que adora a sua inocência, que é possível ver como ele é doce, vulnerável, verdadeiro e honesto, que um pouco mais de confiança lhe faria bem no programa, mas que ele nunca virasse convencido.

Podemos falar também dos olhos verdes caidinhos, das costeletas penteadas viradinhas, até do mullets super fashion-statement dá pra gostar. Dos blazers cinza, das camisetas com gola em V, dos diversos chapéus e do quão bem um Ray-Ban classic fica nele. Da puxadinha tique-nervoso de boca clássica de garotos mais tímidos (e por alguma razão, asiáticos) que eu acho um charme.

Alex-Lambert-Biquinho

Esse biquinho aí!

Sim, estava muito bem vendo o meu American Idol semanal admirando o meu eye-candy favorito do programa, quando no dia 11 de Março aconteceu aquilo que sempre acontece pelo menos uma vez a cada temporada de AI: o dia em que a América fica LOUCA e salva pessoas péssimas eliminando verdadeiros talentos e simpatias, resultando em cada fã são brasileiro berrando contra a TV que nunca mais verá essa DROGA de programa e que americanos são estúpidos. Mas esse ano aconteceu cedo demais. Andrew Garcia e Alex Lambert estavam lado a lado esperando o Ryan passar os resultados, e assim que foi revelado que o garoto de 19 anos era quem saía, as cenas seguintes beiraram o inassistível.

Vê-lo respondendo as perguntas de praxe totalmente devastado, chorando, mudando de take para a Siobhan derramando lágrimas como se tivessem matado um cachorrinho, voltando o take pro Alex devastado como se tivessem matado TODOS os cachorrinhos foi de quebrar o coração. Com várias garotas chorando Alex prosseguiu com a apresentação de despedida sofrida, e então todos os participantes subiram no palco para lhe abraçar e consolar. Durante todo o intervalo um silêncio mortal no estúdio enquanto os abraços continuavam, até voltar dos comerciais ao vivo forçando todos, inclusive o Alex com cara de cachorro perdido na mudança, a sentar.

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Era isso que você queria, AMÉRICA?

Me partiu o coração ao ver tão explicitamente as expectativas do rapaizinho caírem por terra. E pra completar a noite dos horrores ainda tiraram a Lilly Scott, uma cantora imprevisível e única, e o pior, para a Katie Stevens moça de 17 anos perfeitinha que lembra a Rachel de Glee continuar! PORRA, AMÉRICA! Assim tá difícil.

Fizeram até petição pra colocar o Alex de volta no programa, toda arrumadinha e com a dose certa de fúria. Mais de 17.000 assinaturas e apoio de celebridades como a Demi Moore que twittou pra galera ajudar na causa. Mas nem atrizes de Hollywood e multidões iradas foram o suficiente, o programa continuou normalmente como se a carnificina nunca houvesse acontecido.

O que mais me irrita é que em teor de carinha bonitinho e novo, escolheram o babaca do Tim Urban para continuar em vez do Alex Lambert. Quem sabe o Vote For The Worst, site que encoraja as pessoas a votarem no pior participante, tenho algo a ver com isso já que escolheram o Tim como o protegido da vez. Mas no final a América que escolheu, e não deixo de pensar que é aí que o mundo está todo errado, protegendo garotos convencidos de cabelo capacete e bombadinhos ao invés de garotos  interessantes como o Alex.

Tim-Urban-American-Idol

É isso que você quer que suas filhas namorem, AMÉRICA?

Não tô legal, mas vou ficar bem. Alex, fique também e grave alguns ótimos discos e vingue-se com estilo da América retardada. A seguir o vídeo da entrevista e apresentação dele na Ellen logo após a eliminação.

Alex Lambert, PEGAEL!

Links: Ótima cobertura dessa temporada de American Idol em Pipoca com Refri.

Acidentes de Patinação no Gelo

março 8, 2010

É meus caros, não é por todas as lantejoulas, cores vibrantes e música que patinação no gelo não deixa de ser um esporte com vários riscos. De fato isso é óbvio quando se leva em conta que são pessoas fazendo manobras e técnicas difíceis e precisas em cima de uma superfície lisa, ainda mais nas categorias em dupla onde todo um equilíbrio e sintonia é necessário.

O vídeo a seguir mostra primeiro talvez o acidente mais lembrado e zoado do esporte, uma apresentação da dupla canadense Jessica Dubé e Bryce Davison no Four Continents Figure Skating Championships em 2007 que terminou terrivelmente mal. Durante um camel spin lado ao lado – onde uma perna fica esticada horizontalmente durante o giro – o casal se aproximou demais resultando no encontro da lâmina do patins de Bryce com o rosto de Jessica. Nada agradável. Em seguida a reportagem lembra de outras quedas notáveis em competições de dupla de patinação no gelo.


Felizmente o incidente com Jessica Dubé não quebrou nenhum osso nem acertou no olho, ela já retornando à competições e treinos apenas um mês após o incidente,  mas o corte e a cicatriz resultantes não ficaram nada bonitos.

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Ouch. E a seguir aproveitando o tema, um vídeo de uma coletânea de diversas quedas.

Dor só de ver. E digo que para de fato perceber o perigo desse esporte nem é preciso ligar a tv para ver as apresentações artísticas, vá naquele rinque semi derretido que bomba no shopping da sua cidade com músicas da moda que lá o espetáculo é garantido.

Dó.

É como se o gelo e a humanidade travassem uma batalha épica desde sempre. Os patinadores e patinadoras profissionais conseguem domá-lo à seu favor, fazendo nós pobre mortais ao assistir-los acharmos que patinar é algo fácil.

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gelo: o inimigo natural do homem

Lembrem-se: não é.

Vídeos de Patinação no Gelo

março 7, 2010

Aproveitando um último suspiro do ânimo com patinação no gelo que as Olímpiadas de Inverno 2010 me deram, alguns vídeos interessantes (e bizarros) do esporte.

Em primeiro lugar, talvez o patinador americano mais peculiar e polêmico por suas roupas, jeitos e declarações, Johnny Weir com uma performance de nada mais nada menos que “Poker Face” da Lady GaGa. Com figurino, expressividade e passos fazendo jûs a cantora, aquela raspada de cabelo no gelo que ele dá aos 2:47 me mata toda vez que revejo o vídeo. Simplesmente arrasou.

O próximo vídeo é um clássico, Plushenko e sua apresentação hilária e perturbadora de “Sex Bomb”. Não tenho nem palavras para expressar meus sentimentos sobre essa sexy, sexy coreografia. A qualidade não é das melhores, mas o público dessa apresentação reage à altura do que Plushenko lhes oferece.

Mas esse vídeo a seguir sim mostra a verdadeira face de Plushenko. Metallica, machados, fogo interno, raios dos deuses. Tudo do mais puro metal. Sim, você leu certo. 45 segundos que me fizeram ficar uns 5 minutos tentando processar o que eu acabara de ver.

Eu sei. Nunca mais serei a mesma depois disso também.

Percy Jackson e o Ladrão de Dorgas

fevereiro 27, 2010

percy-jackson-drogas
Ver “Percy Jackson e o Ladrão de Raios” valeu pela cena mais hilariamente bizarra do filme: protagonistas começam a agir loucamente pelo efeito de drogas enquanto toca Poker Face ao fundo. Nada poderia descrever minha cara de WTF master na hora.

Dorgas, dorguinhas, dorgonas!

Lantejoulas + Homens Atléticos

fevereiro 20, 2010

Olímpiadas de Inverno de Vancouver 2010, a final de patinação artística masculina – não consegui falar de outra coisa a não ser disso hoje. Não sabia nada desse esporte antes de ontem e chances são que eu ainda não saiba nada. Vi que ia passar e fiquei de ver pensando que a equação lantejoulas + homens atléticos não tinha como errar. E lhe digo que foi sim um acerto estupendo, uma equação maior ainda de lantejoulas + homens atléticos + temas diversos + altas emoções + teatralidade + belas imagens.

Ficava boquiaberta com os temas diversos dos patinadores, combinando roupa e música, passaram pelo campo do cinema por exemplo, com apresentações referentes à Amelie Poulan, Robin Hood e Charlie Chaplin. Outras inspirações mais abstratas apareciam também, como o tema “Fallen Angel” do americano Johnny Weir, que pra você ter uma idéia é conhecido como “a Lady GaGa da patinação” por suas roupas extravagantes. Alguns pegavam estilos de música como tema, e outros pareciam só jogar uma bela trilha clássica e fazer a coisa deles, o que não deixava de ser ótimo também. Eu me divertia horrores com algum patinador vestido com uma estampa de palmeira dançando ritmos rápidos e depois me emocionava com outro dançando partes dramáticas da trilha sonora de “O Fantasma da Ópera” (o canadense Patrick Chan), todo o conjunto de emoções presente.

Evan-Lysacek

Dance, seu grande e belo patinador, dance! (Evan Lysacek)

O que é mais bonito nesse esporte tem de ser a graça e agilidade que baitas homens como aqueles conseguem transmitir. Tem alguns mais delicados, como os orientais no geral, que parecem que nasceram fazendo aquelas piruetas, spins, lutzes e flips, vide o 3º colocado japonês Daisuke Takahashi, que saltitava numa velocidade insana por aquele rinque. Mas ao ver o americano que levou o ouro, Evan Lysacek, todo de preto, ombros largos, nariz proeminente e membros longos deslizar facilmente pelo gelo antes de fazer algum salto do qual ele sempre saía perfeito, costas retas e perna esticada impecável, difícil era manter a boca fechada. É bem esse tipo de patinador que me impressionou. A última apresentação, do russo Evgeni plushenko, tido como o astro invencível da patinação (o cara foi sete vezes campeão nacional, cinco vezes campeão da europa, três vezes campeão mundial, medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2006 entre outros, pegael) exalava confiança, fazendo graça nas dancinhas, mandando beijo pra galera, jogando a franja loira metida a besta e dando até uma reboladinha sensual. Acontece que além de toda essa provocação e vários saltos ótimos, o russo também conseguiu realizar um salto quádruplo sem cair, enquanto o americano nem se deu ao trabalho de tentar. O salto quádruplo consiste em dar 4 voltas no ar, e necessita de tanta força que somente os homens conseguem realizá-lo. Resumindo, Plushenko ficou mordido com os resultados e adicionou a última coisa necessária para tornar esse esporte perfeito: um pouco da boa e velha intriga.

Evgeni Plushenko Evgeni-Plushenko

Evgeni Plushenko fazendo mimimi

“Acho que temos que mudar o sistema de pontuação, um salto quádruplo é um salto quádruplo. Se um campeão olímpico não sabe fazê-lo, então não sei… Isto assim não é patinação artística masculina, mas sim dança”

Ironizou Plushenko no final da prova e foi ainda mais longe, afirmando:

“Obviamente, o Evan precisa mais da medalha que eu porque eu já tenho uma”.

Tchipá! (barulho de chicote)

citação tirada de: Record

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fevereiro 14, 2010

Ah, inícios nos fazem sentir bem. Sempre é legal ter alguém para nos avisar o que acontece a seguir, seja sua mãe no cinema avisando quando os trailers acabaram e o filme começou ou Deus sobre o final do mundo em 2012.

Então você, pessoa que adora as diversas cores da vida, não entende os acontecimentos do seu dia-a-dia 95% das vezes e acha que o mundo seria um lugar melhor se usar meias com havaianas fosse socialmente aceito: o seu lugar é aqui!

Qualquer assunto poderá entrar em pauta, mas principalmente os de menor importância. Confira e dê sua opinião, mande rosas ou jogue coquéteis motolovs, mas fica aí, que tudo pode acontecer (inclusive nada).

havaiana-com-meia